Tag redes sociais

14


Enquanto assistia aos vídeos da rapaziada da Uniban vilipendiando a menina de mini-saia pipocarem no Youtube, pensava em como a multidão esconde a covardia do individual. Enquanto eu ouvia os gritos de “pu-ta pu-ta”, os recalques, a mentirosa democracia que se apresenta nesses momentos, pensava num grande sorriso do gato de Cheshire foucaultiano. Sim, vigiar e punir, é uma ordem inconsciente que muitos ainda escondem embaixo da fragilidade do discurso de compreender a diversidade. Mas enquanto a turba da Uniban grita, o mundo continua e, nesse multiverso onde tudo acontece ao mesmo tempo, ainda há eventos que valem a pena realmente o comentário. Continue lendo »

subir

2


Sem dúvida a educação nos tranforma. Cada leitura, cada discussão, cada novo trabalho nos traz novas questões, novas nuances, alteram a percepção sobre nossos interesses. No entanto a formação acadêmica é uma questão delicada para muita gente, porque, muitas vezes, o acesso a uma instituição de nível superior nem sempre é uma opção. Na área de Tradução ainda há outras nuances mais complexas. Afinal, para ser tradutor é preciso ter um diploma? Continue lendo »

subir

2


Dia 14 de outubro fui convidado para o Google Wave. De lá até aqui, usei pouco a ferramenta, por vários motivos. Passado um tempo depois da hype e fuçando o serviço mais um pouco, senti vontade de compartilhar impressões e dar algumas dicas. Continue lendo »

subir

3


De volta! Hoje acessando o blog Livros e Afins do Alessandro Martins, li um post-provocação (com o mesmo título desse post aqui) muito interessante sobre tradução colaborativa. Eu, como pesquisador da área, fui comentar e terminei fazendo um texto. Compartilho aqui o que comentei lá. Continue lendo »

subir

16


Acompanho, todos os dias, mais de 30 feeds (que diabo é feed?) no Google Reader; enquanto estou em casa, estou sempre acompanhando o Twitter (o que é Twitter? pra que serve?); estou inscrito em mais de 20 redes sociais, além de estar sempre conectado aos serviços de mensagens instantâneas, como o Gtalk e MSN. Essa é uma pequena amostra do que é estar online hoje. Cansou? Calma. Continue lendo »

subir

4


Estava eu discutindo com um amigo, no fim de semana, sobre bons exemplos de ilustradores e designers. O amigo defendeu seu time, eu escalei o meu, todo no ataque. A conversa, claro, espichou-se e não tive como não lembrar de Umberto Eco e um outro time de pessoas. No fim percebi que defendíamos gostos e não instituições artísticas. Sim, esse post vai ser grande e vai adicionar mais pontos ao meu hábito de falar sobre muitas coisas ao mesmo tempo. Continue lendo »

subir

4


No final do século XX, com o desenvolvimento das tecnologias de informação e da comunicação e com a ajuda importante de políticas de desregulamentação e de liberalização adotadas por governos e instituições internacionais, o mundo tornou-se realmente globalizado. Desde antes, o filósofo e educador canandense, Marshall McLuhan falava sobre aldeia global, mas desde os anos 80 os dois termos tornaram-se, gradativamente, insuficientes para descrever o cenário sócio-cultural de hoje. Continue lendo »

subir

8


A Kommbo aconteceu na noite do dia 09 de julho de 2009, na Arte Chopp, em Florianópolis. Foi a quarta edição do evento (a primeira com festinha) que reuniu mais de 200 pessoas ao redor de um assunto importante desde sempre: tecnologia e informação. Puxei no MSN um dos organizadores, o Tiago Jaime Machado, pra bater um papo sobre o evento e saber um pouco mais sobre como o pessoal percebe as mudanças de paradigmas que a tecnologia anda imprimindo no ritmo de vida de todos. E nada melhor que descentralizar a produção de informação e mostrar como a Kommbo juntou não só profissionais do business, mas também os que consomem tecnologia e estão vivendo a era das redes. Continue lendo »

subir

2


Ando achando o Twitter um lugar bastante chato, não só pelos motivos que todo mundo dá quando quer criticar uma rede social (a orkutização da coisa, a parte “social” da “rede” que não funciona, e todas as egotrips variadas a partir daí), mas também porque ando achando o espaço diminuto demais. Fiquei sabendo do Twitter, se não me engano, através de um convite do Inagaki lá pelo longínquo ano de 2007, mas não me animei. Achei a idéia do sistema idiota e o Orkut, Lastfm, Facebook, Myspace, entre outros, já ultrapassavam a quota de redes sociais de qualquer ser humano. Continue lendo »

subir