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Acompanho, todos os dias, mais de 30 feeds (que diabo é feed?) no Google Reader; enquanto estou em casa, estou sempre acompanhando o Twitter (o que é Twitter? pra que serve?); estou inscrito em mais de 20 redes sociais, além de estar sempre conectado aos serviços de mensagens instantâneas, como o Gtalk e MSN. Essa é uma pequena amostra do que é estar online hoje. Cansou? Calma. Continue lendo »

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Estava eu discutindo com um amigo, no fim de semana, sobre bons exemplos de ilustradores e designers. O amigo defendeu seu time, eu escalei o meu, todo no ataque. A conversa, claro, espichou-se e não tive como não lembrar de Umberto Eco e um outro time de pessoas. No fim percebi que defendíamos gostos e não instituições artísticas. Sim, esse post vai ser grande e vai adicionar mais pontos ao meu hábito de falar sobre muitas coisas ao mesmo tempo. Continue lendo »

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Terminei de ler um texto muito bom: O brasileiro e as novas mídias, escrito pelo Gustavo Mini, no blog OEsquema. Não vou repetir o texto aqui, mas ele discute, em linhas gerais, sobre as generalizações e homogeneizações que os publicitários parecem fazer cada vez mais. Continue lendo »

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A Kommbo aconteceu na noite do dia 09 de julho de 2009, na Arte Chopp, em Florianópolis. Foi a quarta edição do evento (a primeira com festinha) que reuniu mais de 200 pessoas ao redor de um assunto importante desde sempre: tecnologia e informação. Puxei no MSN um dos organizadores, o Tiago Jaime Machado, pra bater um papo sobre o evento e saber um pouco mais sobre como o pessoal percebe as mudanças de paradigmas que a tecnologia anda imprimindo no ritmo de vida de todos. E nada melhor que descentralizar a produção de informação e mostrar como a Kommbo juntou não só profissionais do business, mas também os que consomem tecnologia e estão vivendo a era das redes. Continue lendo »

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A primeira lembrança do rei do pop, pra mim, é clichê: o clipe Thriller. Me lembro perfeitamente do medo que senti quando vi aquele clipe. Creio que assisti a estréia no Fantástico (eu e a torcida do flamengo inteira), com os olhos arregalados, sem entender direito algumas imagens, a menina que estava em companhia de um cara tão sombrio, os efeitos especiais que me aturdiram. Mas eu não consegui deixar de olhar aquela dança mesmerizante, nem um só segundo. Continue lendo »

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Hoje recebi através do Twitter um link com um vídeo sobre os conflitos que estão acontecendo no Irã, por conta das eleições de lá. Fiquei chocado com o que vi.

O cenário era recortado por um enquadramento cluastrofóbico de pernas, pessoas gritando, muita movimentação. Um homem faz um torniquete na perna de uma jovem, gritos ao fundo, tudo sendo capturado ali, por um celular, no aqui e agora do acontecimento. Momentos depois um grupo de pessoas são enquadradas carregando o corpo de um jovem com um tiro na cabeça, a câmera treme, solavanca, tiros são ouvidos ao fundo durante todo a filmagem, todos correm para uma espécie de galeria. Vidros estilhaçados e um rastro de sangue que vai ficando desenhado no chão enquanto o corpo do jovem é carregado para dentro sem nenhum cuidado. A língua é totalmente incompreensível, os gritos só fazem sentido pelo desespero. Esse desespero é marcado no rosto de um homem mais velho, tentando ajudar o jovem baleado, tentando estancar o sangue da cabeça do jovem com uma camisa. O grupo já está dentro da galeria, o corpo descansado no chão, provavelmente já sem vida. Continue lendo »

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