Entre os dias 27 de julho e primeiro de agosto aconteceu, no Teatro Castro Alves, em Salvador, o V Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual. O homenageado desse ano foi o diretor Godard, com uma mostra retrospectiva que contou com 15 filmes. No evento também aconteceram seis mesas redondas, mas assisti apenas a três delas. Continue lendo »

No dia 25 de julho, exatamente à s 19:50h, eu adentrava o Teatro Castro Alves, em Salvador, para assistir à peça Hamlet dirigida por Aderbal Freire-Filho. Tentei assistir ao espetáculo em São Paulo, na mesma época, em 2008, mas os ingressos estavam totalmente esgotados. Dessa vez, mesmo numa das últimas filas, consegui estar ali, celebrando aquele momento. Sentei na minha cadeira e fui me acomodando na espécie de útero-espelho para o qual o teatro chama. Continue lendo »

Terminei de ler um texto muito bom: O brasileiro e as novas mÃdias, escrito pelo Gustavo Mini, no blog OEsquema. Não vou repetir o texto aqui, mas ele discute, em linhas gerais, sobre as generalizações e homogeneizações que os publicitários parecem fazer cada vez mais. Continue lendo »

A Kommbo aconteceu na noite do dia 09 de julho de 2009, na Arte Chopp, em Florianópolis. Foi a quarta edição do evento (a primeira com festinha) que reuniu mais de 200 pessoas ao redor de um assunto importante desde sempre: tecnologia e informação. Puxei no MSN um dos organizadores, o Tiago Jaime Machado, pra bater um papo sobre o evento e saber um pouco mais sobre como o pessoal percebe as mudanças de paradigmas que a tecnologia anda imprimindo no ritmo de vida de todos. E nada melhor que descentralizar a produção de informação e mostrar como a Kommbo juntou não só profissionais do business, mas também os que consomem tecnologia e estão vivendo a era das redes. Continue lendo »

A primeira lembrança do rei do pop, pra mim, é clichê: o clipe Thriller. Me lembro perfeitamente do medo que senti quando vi aquele clipe. Creio que assisti a estréia no Fantástico (eu e a torcida do flamengo inteira), com os olhos arregalados, sem entender direito algumas imagens, a menina que estava em companhia de um cara tão sombrio, os efeitos especiais que me aturdiram. Mas eu não consegui deixar de olhar aquela dança mesmerizante, nem um só segundo. Continue lendo »

Existe um grande problema sobre a percepção do que é LÃngua e, sobretudo hoje, sobre a legitimação e espaço de certas vozes. Com a Internet se desdobrando e convergindo, cada vez mais, com várias áreas do nosso dia-a-dia, ficou complicado separar profissões e áreas do conhecimento em caixas estanques. As fronteiras estão em crise e saber perguntar é muito importante. Continue lendo »

A Localização, que, pensava eu, era exclusividade da Tradução, Sociologia, Estudos Culturais (claro, em outros sentidos), enfim, já está na Web. Um dos primeiros passos que experimentei foi o serviço Latitude do Google através do meu celular. A idéia básica do Latitude é “veja onde seus amigos estão agora”. É uma espécie de desdobramento das redes sociais através da evolução das redes de telefonia móvel e outros suportes tecnológicos. Continue lendo »

Repensar o conhecimento parece ser algo fácil. E é. A questão é repensar e reagir, participar ativamente de alguma mudança. Vivemos num mundo onde há mais faculdades que farmácias, mais mudanças que tradições. Mas a qual mudança me refiro? Lembra da queda do Airbus da Airfrance? NotÃcia velha, Michael Jakcson morreu. Hoje já apareceu a questão polÃtica de Honduras nos noticiários e redes sociais da internet. E amanhã haverá muito mais. Continue lendo »

Hoje recebi através do Twitter um link com um vÃdeo sobre os conflitos que estão acontecendo no Irã, por conta das eleições de lá. Fiquei chocado com o que vi.
O cenário era recortado por um enquadramento cluastrofóbico de pernas, pessoas gritando, muita movimentação. Um homem faz um torniquete na perna de uma jovem, gritos ao fundo, tudo sendo capturado ali, por um celular, no aqui e agora do acontecimento. Momentos depois um grupo de pessoas são enquadradas carregando o corpo de um jovem com um tiro na cabeça, a câmera treme, solavanca, tiros são ouvidos ao fundo durante todo a filmagem, todos correm para uma espécie de galeria. Vidros estilhaçados e um rastro de sangue que vai ficando desenhado no chão enquanto o corpo do jovem é carregado para dentro sem nenhum cuidado. A lÃngua é totalmente incompreensÃvel, os gritos só fazem sentido pelo desespero. Esse desespero é marcado no rosto de um homem mais velho, tentando ajudar o jovem baleado, tentando estancar o sangue da cabeça do jovem com uma camisa. O grupo já está dentro da galeria, o corpo descansado no chão, provavelmente já sem vida. Continue lendo »
